sexta-feira, janeiro 30, 2015

Yey!

E hoje é dia do quadrinho nacional!

Uhu!

Uma característica bacana dos quadrinhos é que o acesso à sua produção é bem democrático. Depende de um suporte pra sustentar a página, que pode ter qualquer formato, ser feita no papel ou no tablet. Assim, pra fazer quadrinhos basta ter a vontade.

E isso a gente vê muito na produção nacional de HQs. Muita gente desenhando, escrevendo, contando suas histórias. Uns seguem os modelos importados, a estrutura de histórias e o tipo de personagens. Outros extrapolam, colocam elementos de artes plásticas, falam de temas como racismo, homofobia, machismo. Nesse sentido, a produção nacional de quadrinhos é extremamente rica.

Vale ressaltar o interesse de editoras como a Nemo, a Balão, a Zarabatana, o grupo MSP, que estão construindo um espaço no mercado para os autores e autoras nacionais.  E o trabalho dos jornalistas, blogueiros e fãs que fomentam todo esse interesse com artigos, entrevistas, discussões. Numa perspectiva comercial, ainda tem muito pra ser batalhado, pra que o quadrinho se estabeleça efetivamente como profissão, mas com cetrteza estamos vivendo um período muito animador.

Eu fico muito feliz de fazer parte disso, de conhecer essa galera que produz e curte quadrinhos.

Pra celebrar, quero divulgar essa história curta, que fiz pro álbum Um rock para Caçador.

A ideia era fazer histórias com alguma figura famosa do rock, mas essa história tinha que se passar na cidade de Caçador, em Santa Catarina. Foi uma história feita num período meio complicado pra mim, mas gosto do resultado. Acho que ficou bem honesto.

E aqui está...


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